Para muitos, a felicidade tem a forma de uma mulher
Para mim, a felicidade é poder escrever.
A poesia não é um cigarro que suga-se e deita-se fora
A poesia não é um carro que avaria a toda a hora
A escrita é o culminar de pensamentos
É viagem para um mundo sem tormentos
A poesia chama por mim como o íman atrai o ferro
Debruço-me sobre a caneta… e o resultado é o que escrevo
Eu escrevo porque sonho e sonho porque desejo
Tirem-me tudo! Mas jamais tirem-me o que escrevo.
Didier Ferreira, Inédito
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quinta-feira, 21 de agosto de 2008
«Que bom que é poder escrever»
Consulte também:
Colectânea,
Didier Ferreira,
Poemas D'Aquém e D'Além Mar
Didier Ferreira
Didier Ferreira é natural de Angola, onde nasceu em 1986, contudo tem nacionalidade de S. Tomé e Príncipe e acabou por crescer em Portugal.
Estudante, cantor e escritor desconhecido, Didier Ferreira, um adepto fanático das palavras (como gosta de afirmar), encontrou em Almada o paraíso para as suas aspirações poéticas.
Humilde por natureza, costuma dizer que é apenas “só mais um” poeta e que o seu único vestígio, até ao momento, se encontra publicado na antologia Alma(da) Nossa Terra, de Ermelinda Toscano.
Estudante, cantor e escritor desconhecido, Didier Ferreira, um adepto fanático das palavras (como gosta de afirmar), encontrou em Almada o paraíso para as suas aspirações poéticas.
Humilde por natureza, costuma dizer que é apenas “só mais um” poeta e que o seu único vestígio, até ao momento, se encontra publicado na antologia Alma(da) Nossa Terra, de Ermelinda Toscano.
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Poemas D'Aquém e D'Além Mar
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